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Palavra do Bispo

Jb carvalho

Masculinidade Subversiva

As últimas palavras de Davi para seu filho Salomão foram: "Eu vou pelo caminho de todos os mortais. Coragem, pois, e sê homem!"

Não são poucos os homens falhando em seu papel masculino hoje. Pode-se notar a perda do cavalheirismo, masculinidade, paternidade e autoridade. Vemos a ideologia de gênero intentando interromper o processo natural da identificação sexual, alienando meninos de sua masculinidade e meninas da sua feminilidade. Trata-se de uma agenda política. "Coragem, pois, e sê homem!" é a reafirmação de um pai para um filho sobre a sua própria identidade. Masculidade ou feminilidade devem ser afirmadas. Isso é simplesmente o ato de reclamar o que é inato, natural, parte biológica e espiritual do modo como as pessoas foram feitas. Todos precisamos de referenciais. Nós definimos nossa atitude por inspiração. Antes, nos filmes, tínhamos o "Coração Valente", o "Rambo", o "Duro de Matar" ? o cara que salvava o mundo dos bandidos e terminava com a mocinha. Hoje vemos o Deadpool, um filme trash com um mercenário tagarela que fala palavrões. É o flerte de Hollywood com o anti-herói, o antirreferencial, o antimodelo. Outrora os filmes afirmavam o vigor, a virilidade, a perseverança e a assertividade. Agora, o normal é bizarro e o bizarro é normal. É a inversão progressista. O feminismo retratou a mulher como oprimida numa prisão social comandada por homens. A solução seria buscar igualdade com os homens. G.K. Chesterton chamou o feminismo de "o ódio a todas as coisas femininas". Apesar de a igualdade ter de ser garantida às mulheres nos locais de trabalho, na política e na esfera pública, homens e mulheres não são iguais. Torná-las mais parecidas com os homens para conquistar espaços, seria considerar a feminilidade um obstáculo para que elas ascendam e tratá-las de forma muito inferior ao que são. Contudo, o feminismo que começou com as mulheres tentando ser mais do que os homens obteve sucesso em fazer com que os homens fossem menos homens. Os homens estão mudando, é a Nova Masculinidade. A masculinidade histórica e tradicional, os valores masculinos, estão sendo redefinidos pela rejeição do conceito da família tradicional. Há tempos, antropólogos reconheceram que o problema social mais fundamental que toda comunidade deve solucionar é o do "macho disponível". Se suas energias físicas, sexuais e emocionais não são governadas e direcionadas para fins sociais e domésticos, ele se torna o câncer mais maligno da comunidade. Homens se tornam melhores quando se sacrificam pelo bem estar da família. Quando garantem a segurança física e emocional da esposa, dão provisão financeira e material, respeito pessoal, fidelidade, e autossacrifício geral. Nós precisamos urgentemente reafirmar nossa identidade e invocar nossos instintos primitivos de governo e influência. É dever dos pais afirmar seus filhos e filhas. Precisamos de uma Masculinidade Subversiva! Que não declina diante dos "novos" valores que querem nos empurrar goela abaixo. Masculinidade Subversiva não é machismo, nem adotar o uso da violência, pois a violência é um sinal de fraqueza, e não de força. Masculinidade Subversiva é integridade: não fazer promessas que não possa manter. É honestidade: Não manter coisas nas sombras. É autossacrifício e amor, hombridade e moralidade. O fruto de um homem honesto é que faz com que a mulher que está lhe seguindo se sinta emocionalmente segura. Homens devem assumir sua identidade, e nada perverte mais a identidade de um homem do que a imoralidade sexual. A libidinagem destrói a paixão. A pornografia nos torna passivos. A promiscuidade enfraquece a masculinidade. Castidade e poder andam de mãos dadas. Se não comandamos a nós mesmos, como queremos comandar o mundo? A perversão sexual destrói a personalidade. As pessoas se diluem, se dissolvem, viram pasta, ficam sem consistência. Hoje vejo muitas jovens mulheres muito mais maduras do que muitos homens que ainda não deixaram de ser meninos. Mulheres reclamam para mim: estou atrás de um homem, e não de um menino. As mulheres se tornaram feministas pela responsabilidade de homens que ficaram à margem de quem são. Esta é a hora da subversão, a não aceitação de ficarmos confinados dentro de nós mesmos, sem mostrar quem somos e o que nascemos para fazer. Vivemos muito tempo atuando em um papel inferior àquele para o qual fomos chamados. Convido você a fazer parte de um Movimento. Mais do que uma conferência, mas um Movimento de avivamento e despertamento. Um Movimento de subversão contra os modismos e histerias da pós-modernidade para uma volta aos caminhos antigos, às veredas eternas, onde podemos ser tudo que fomos feitos para ser. Convido você para juntos nos unirmos para Governo, Influência e Soberania!

Assim diz o Senhor: "Ponde-vos nos caminhos, e vede, e perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho, e andai por ele; e achareis descanso para as vossas almas". Jeremias 6.16

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